Constança Vilenha olhou a jovem dos pés à cabeça sem o menor pudor, com aquele olhar crítico e avaliador que lhe era tão característico. Revirou os olhos e deu meia-volta sem se despedir. Todos a observaram enquanto ela saía. Rafael esperou a porta bater e, assim que ouviu o estrondo, levantou-se num pulo e olhou para o irmão; estava vermelho como um tomate maduro.
— Bom, eu preciso ir — disse Rafael, tentando esboçar um sorriso; o desconforto do momento tornava isso difícil — senhoritas.
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