Capítulo 9 — A Carta de Antonio

— Eu tenho direito de saber se alguém quer me matar.

— Você sabe.

— Tenho direito de saber por quê.

Dante ficou em silêncio.

Sofia entendeu.

— Você está escondendo algo.

— Estou escondendo muitas coisas.

— Sobre meu pai?

— Sobre tudo.

A honestidade dele era tão absurda que quase parecia deboche.

— Como espera que eu confie em você?

— Não espero.

— Ótimo.

— Espero que me obedeça.

— Péssimo.

Dante deu um passo para mais perto.

— Você acha que isto é uma discussão entre duas pessoas comuns. Não é.
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