A palavra ficou entre eles.
Não como prisão.
Não como reivindicação.
Como rendição.
Dante continuou:
— Eu amo você. Não como meu pai amou, se aquilo era amor. Não como Enzo entende posse. Não como a aliança escreve em contrato. Eu amo você do único jeito que estou aprendendo: tentando escolher sua liberdade mesmo quando meu medo quer te guardar do mundo.
As lágrimas desceram pelo rosto de Sofia.
Dante apertou sua mão.
— Não precisa responder agora.
Ela riu chorando.
— Claro que você diria isso