Sophia ficou ali, parada, imóvel, ouvindo a porta se fechar com um clique abafado. Estava novamente sozinha, mas agora ainda mais confusa.
Ela olhou para a caixa na cama. O presente, o novo símbolo de posse e sentiu o peso das palavras da ruiva em cada batida do coração.
“Não se apaixone.” “Eu sou você amanhã”
Mas será que ela ainda conseguia evitar? Ou o estrago… já estava feito?
O quarto estava em silêncio novamente, mas não era o mesmo de antes. A presença da mulher ruiva, sua voz, suas pa