A porta de vidro da pequena cafeteria no centro de Nova York se abriu com o suave tilintar do sino pendurado no topo. A manhã estava fresca, e o aroma de café moído preenchia o ar como um abraço silencioso.
Sophia deu o primeiro passo para dentro com o coração ainda pesado, mas algo naquela atmosfera familiar, o calor do ambiente, os sons de risos ao fundo, o cheiro de pão fresco e chantilly, a fez respirar mais fundo.
Assim que entrou, ouviu:
— OLHA QUEM CHEGOU! — gritou Pietro, o atendente ma