O silêncio era insuportável.
A cobertura, que antes ressoava com os passos determinados de Giovanni, agora era apenas um túmulo de mármore e sombras. Ele ainda estava de joelhos no chão do quarto de prazer, com a respiração falha, o olhar perdido entre as tábuas do assoalho. A pele ainda carregava o cheiro de Sophia. As unhas, as marcas dela. A alma, o gosto amargo do que havia feito.
Ele não sabia quanto tempo havia passado desde que ela saiu.
Minutos? Horas?
Não importava. Nada importava. Por