O céu estava nublado naquela manhã, como se pressentisse que algo se quebraria em silêncio. Laura caminhava distraída pelas ruas do centro, o coração ainda vibrando com as lembranças da noite anterior. A mão de Apollo entrelaçada à sua, o cheiro de lavanda e vinho no ar, o riso solto entre suspiros. Era uma felicidade nova, e ela se permitia viver.
Mas a tranquilidade logo foi interrompida quando viu Davi parado à frente da cafeteria onde ela costumava ir nas tardes de sábado. Ele estava encost