O hospital acordou com sua rotina habitual: alarmes apitando, pacientes sendo transferidos, médicos correndo de um lado para o outro. Mas havia algo diferente no ar naquela manhã. Algo sutil… e ao mesmo tempo gritante para quem prestasse atenção.
Rafael e Helena estavam mudados.
Não drasticamente. Não escandalosamente.
Mas visivelmente.
Os olhares demoravam um segundo a mais. Os toques profissionais se tornavam involuntários, quase íntimos. A presença de um era automaticamente percebida pelo ou