Assim que voltei para casa, a primeira coisa que fiz foi rever meu ferimento.
Eu queria que ele sarasse logo. Estar parada me deixava inquieta, e embora Leonardo tivesse me proibido de trabalhar por enquanto, eu não queria desobedecê-lo. Não por medo, mas porque, de alguma forma, eu sentia que ele se importava.
Sentei na beirada da cama e retirei com cuidado o curativo, avaliando o hematoma que começava a perder a coloração roxa. Ainda doía um pouco, mas já estava bem melhor.
O toque suave do