Eu estava acostumada com sangue. Com os homens sendo mortos nas noites do ritual, com gritos sufocados e corpos caídos como se fossem descartáveis.
Estava acostumada com a dor, com a brutalidade, com o som de ossos quebrando e a respiração morrendo no ar.
Mas o som dos tiros… o choro apavorado de crianças… isso era diferente.
Isso me rasgava por dentro.
Estávamos perto do pavilhão onde fica a escola, a poucos metros da saída desse inferno ou seja, bem no meio do caos. Leonardo já havia atirado