Passei a noite entre cochilos curtos e longos períodos de vigília. Mesmo sabendo que estou sozinha na casa a essa hora, já que Mika só aparece nos horários das refeições, ainda assim não consigo relaxar.
É como se houvesse uma pressão constante no meu peito. Por mais que eu tente controlar, ela sempre volta. Aperto o cobertor contra o corpo, numa tentativa frustrada de reconquistar o sono. Mas então, um som quase imperceptível vindo do andar de baixo me faz congelar.
Olho para o relógio: três d