As pupilas de Bruno estavam escuras, e seu corpo tremia.
Seu olhar atravessou a multidão agitada, percorrendo todo o espaço da sala até encontrar o meu.
Vi sua mão ao lado do corpo lentamente se fechar, como se tivesse ouvido algo inacreditável, e ele me olhou de forma atônita, como se nunca tivesse me conhecido.
Sorri para ele, lágrimas cristalinas escorrendo pelos cantos dos meus olhos, e o chamei:
— Bruno, eu te odeio!
Eu fui empurrada de um lado para o outro, meu corpo já não tinha