— Ana! — Bruno correu atrás de mim, pegou minha mão com firmeza, quente ao toque. Não sabia se era nervosismo ou o calor, mas sua palma estava suada. — Ana, não volte para o quarto da Dayane. Vai para outro quarto, por favor.
Por dentro, eu revirei os olhos. Ele ficou o tempo todo se controlando, mas o que estava pensando ainda eram aquelas coisas...
Tirei a mão de sua e não lhe dei atenção, achando que ele queria que eu voltasse para o quarto principal, mas então ouvi o que ele disse.
— Deixe a