Eu puxei com força a mão de Bruno que ainda estava sobre meu ombro e, sem dizer uma palavra, virei-me para olhar pela janela.
A imagem dele refletida no vidro mostrava toda a sua dor, e eu o vi abrir a boca, mas, no fim, nada saiu.
Quando chegamos à frente da Mansão à beira-mar, o motorista parou o carro. Bruno bateu levemente na minha coxa e, com um sorriso forçado, disse:
— Ana, deixe-me abrir a porta para você.
Ele rapidamente saiu do carro e, com passos apressados, correu até a minh