As roupas de Dayane estavam apertadas nas mãos de Bruno, parecendo menores do que a toalha que ele usava para limpar o rosto. Ele as tratava com tanto cuidado, como se o amor paternal transbordasse, e esse afeto se estendesse até àquelas peças de roupa.
Olhei atentamente em seus olhos.
— Você ainda tem tempo para ser um bom pai.
Bruno sorriu, seu rosto ruborizado pela emoção.
— Mas eu não preciso de nenhum tipo de compensação sua. Eu sou apenas seu ex-marido, nada mais.
Bruno mexeu os lábios, m