O céu já estava escuro.
Sentia-me um tanto melancólica, com o desejo de sair dali para tomar um pouco de ar.
Bruno, por um lado, demonstrava raiva de Gisele, mas, por outro, continuava a me segurar, impedindo-me de ir embora.
Sem expressão no rosto, balancei a cabeça para ele e, quando tentei falar, minha voz saiu rouca.
— Eu não me importo com as desculpas dela.
Bruno apertava minha mão com força, sem sequer perceber o quanto estava me machucando. Ele simplesmente me puxava, como se não se impo