— Bruno Henriques! O que você quer de mim? Não me torture mais, por favor! — Eu enxuguei meu rosto, sem saber se era chuva ou lágrimas, e gritei, desesperada.
Bruno apertou os punhos, com uma expressão feroz, mas os cantos de seus olhos, vermelhos, o traíam.
— Eu não quero que você me vire as costas! Não aguento mais ver você se virando e indo embora sempre antes de mim! Eu quero que você sinta dor por minha causa, mesmo que você me odeie! Afinal, não importa o que eu faça, você nunca me dá uma