Bruno não demonstrava expressão no rosto, e suas palavras eram geladas como o gelo.
— Não, eu tenho que dizer, eu sei que, além de querer te ver, ela tem muito medo. Eu entendo esse sentimento, esse medo de não ter você ao lado dela, que se intensifica quando ela se sente sozinha. Ela não consegue dormir à noite, sempre tem pesadelos e chora... — Ele fez uma pausa e continuou. — A Dayane deve estar morrendo de saudade de você.
— Bruno, você ainda é humano? Você também é o pai dela! Como você pod