— Bruno, como você pôde fazer uma coisa dessas? — Olhei para ele, profundamente desapontada.
— Ela não morreu, você não queria que eu a batesse? — Bruno entrou no quarto, rindo suavemente enquanto estendia a mão para me tocar. — Não me diga que você vai sentir pena dela.
— Não me toque!
Afastei com força a mão dele que se aproximava, ainda sem acreditar no que estava acontecendo.
— Ela é sua irmã. E, além disso, eu só falei por falar...
Eu admito, ter saído do Escritório de Advocacia X foi, em p