Quando a toalha passou pelo meu pescoço, já não estava tão gelada como antes.
Não sabia se isso se devia ao calor do meu corpo, que havia se transmitido à toalha, ou se era porque as palmas das mãos de Bruno estavam ainda mais quentes que meu próprio corpo. Ele engoliu em seco, o pomo de Adão subindo e descendo, e o som da deglutição estava muito alto. Quando ele abriu a boca novamente, a voz já estava rouca.
— Deixa eu te ajudar, vai ficar mais confortável sem tanto suor.
Com uma das mãos