Eu segurei a mão de Rui.
— Não, não é isso, eu não queria fugir, talvez eu só não tenha me acostumado ainda. Que tal tentarmos de novo?
Levantei levemente o rosto, fechei os olhos, e pensei que dessa vez eu não iria me esquivar.
Mas eu não esperei pelo beijo de Rui.
Os fios de cabelo que ele havia arrumado cuidadosamente se soltaram novamente, e o som de sua risada baixa chegou aos meus ouvidos.
— Não seja tão fofa assim. Eu não sou nenhum cavalheiro, e se continuar desse jeito, tenho medo de nã