Imediatamente desliguei e apertei o celular contra o peito.
O quarto mergulhou em uma escuridão profunda.
No silêncio, o único som que percebia era o da batida acelerada do meu coração.
Prendi a respiração, atenta ao estado de Bruno. Ele soltou um gemido abafado, enterrando o rosto em meus cabelos e apertando ainda mais o abraço ao redor da minha cintura. Quando tentei ouvir novamente, ele já estava quieto.
O celular vibrou duas vezes. Era uma mensagem da Assistente Isabela:
[Presidente Bruno,