Eu pensei assim, e o beijo dele me fez aceitar tudo de forma mais fácil.
Segurei o rosto dele com as mãos e correspondi ao beijo.
Antes, eu sempre me perguntava se o amor repentino de Bruno era real. Seria que ele me amava tanto quanto parecia? E quanto amor eu deveria devolver a ele?
Afinal, se eu me entregasse demais, quem acabaria machucada seria eu. Se fosse pouco, eu também não encontraria felicidade nesse relacionamento.
Mas, e se ele só quisesse me usar para se curar?
Bruno não estav