Bruno demorou muito para voltar ao quarto, e eu, naturalmente, não fui procurá-lo. No entanto, com o turbilhão de sentimentos em mim, também não conseguia dormir.
Depois de passar mais de três horas assim, quando o céu começava a clarear, um estrondo ecoou pela casa. Instintivamente, pulei da cama.
Bruno estava doente, então imaginei que o som de algo caindo no chão pudesse ser causado por ele. Sai correndo, tropeçando pelos corredores, chamando por seu nome.
Ele não respondeu.
Acabei o encontra