Eu observava a expressão de Bruno se tornando cada vez mais firme. Ele estava mesmo decidido a proteger Maia na minha frente?
Então, por que ele se sentiria mal por minha causa?
Ajeitei minha expressão e adotei um tom mais sério, levantando o pulso e mostrando o dorso da minha mão para eles.
— Tudo bem, mas primeiro peça desculpas para mim!
As sobrancelhas de Bruno se franziram, e seu olhar caiu levemente sobre a minha mão machucada. No segundo seguinte, sua expressão ficou sombria.
—