Eu mal tinha empurrado Bruno para fora do quarto quando Gisele bateu à porta.
Mas sua batida não foi um gesto educado de cortesia.
Antes que pudéssemos sequer nos afastar, ainda entrelaçados pelo último beijo, ela já havia invadido o quarto.
— Irmão.
Seu rosto estava pálido, o corpo todo tremendo, com uma expressão de puro pânico, olhando ao redor como se procurasse por perigo.
No instante seguinte, como se tivesse sido encurralada, ela se espremeu entre mim e Bruno, usando tanta força que me