Capítulo 58, O amor verdadeiro, sempre vence o medo.
(Eduardo )
O silêncio do quarto de hospital sempre parece mais pesado de madrugada. As máquinas ao meu lado emitiam bipes ritmados, lembrando que meu corpo ainda estava em conserto, que eu não podia simplesmente levantar dali e recomeçar do zero. Doía em vários lugares, mas a dor maior não vinha de dentro para fora. ou da respiração funda.
A visita do meu pai ainda ecoava na memória. Ou melhor, a última visita foi um desastre ele tava seco novamente. Ele sempre só causou o caos na minha vida.