PONTO DE VISTA DE ALEXANDER
NOVE ANOS ATRÁS
Minha mãe, Riley, me observava à distância. Eu podia ver o desejo em seus olhos — o desejo de estar perto do filho. Eu a via quase todos os dias — exceto quando ela se trancava no quarto — e, ainda assim, parecia existir uma distância entre nós; nunca poderíamos ter um relacionamento normal de mãe e filho. Eu sabia disso.
O hematoma no meu pescoço ainda doía, uma ferida causada por ela — mas eu sabia que ela não estava em si. Eu podia perceber no momen