Peguei a garrafa de vodka das mãos dele e a levei aos seus lábios.
— Beba um pouco. — Incentivei, e com os olhos fixos em mim, ele realmente tomou um gole, um tanto longo. Observei o movimento da sua maçã de Adão enquanto a bebida descia.
— Se o homem ainda vive — aquele com a cicatriz.
— Não vive. Eu o procurei por anos, mas não havia nenhum vestígio dele.
— Você tentou perguntar pelo esconderijo secreto com o irmão dele, aquele que estava sob custódia do seu pai?
— Não pude. Matei ele na prime