Daemon colocou o pacote de gelo no meu pulso. Às vezes, eu simplesmente não conseguia entendê-lo. Num momento ele era o cara legal, e no seguinte se tornava o vilão, um verdadeiro monstro. Foi esse outro lado dele que me fez acreditar que eu poderia mudá-lo.
Ele se sentou no sofá, folheando um caderno.
— Você lê? Isso é surpreendente.
— Não, isso não é um romance.
— Então o que é?
— Peguei no quarto de Daisy; não consegui deixá-lo para trás.
— Era dela? — Perguntei, e ele assentiu.
— Ela parecia