— Você não pode me forçar a te amar, Daemon.
— Eu posso e vou fazer isso.
Daemon tirou o paletó e começou a desabotoar a camisa.
— O que você está fazendo? — Ele não respondeu. Eu saí da cama, mas ele me alcançou. — Não pense que sua pequena manobra ficará impune, Riley. — Ele disse, tirando o cinto.
— Você não ousaria.
— Eu vi seu filho, Ethan. Ele é uma coisinha fofa. — Daemon disse com um sorriso malicioso nos lábios. Eu pude perceber a ameaça implícita.
— Não, não o Ethan, por favor, não! —