THANE
Riley nunca esqueceu de trocar a flor no túmulo de Axel. Já a vi mais de uma vez indo até a sepultura com uma flor fresca para substituir as antigas; às vezes ela se sentava ao lado do túmulo e conversava com ele.
Axel era um amigo próximo dela, e às vezes me preocupo que ela fique sozinha enquanto eu estou longe, “ocupado” como sempre.
Eu precisava fazer uma checagem sobre o pai de Riley, Sebastian Bruce; não havia nada registrado em seu nome, e a ideia de rastreá-lo era muito tentadora.