A cidade parecia respirar por nós. Na banca da praça, li uma manchete do jornalzinho local: “ONG brilhou, casamento à vista”. No mercado, duas senhoras discutiam se o bolo devia ser de nozes ou fubá. Um menino passou correndo com um galho de sibipiruna como espada e gritou: “Viva os noivos!”. Sorri. Era como se Santa Amora tivesse decidido cuidar do meu coração por um dia.
Eduardo
Acordei com Breno batendo palmas no portão e Lucas atrás, segurando um cooler e uma bola murcha.
— Operação Último