Mundo ficciónIniciar sesión• LOURENZO •
Quando regressei pela segunda vez à sala, com outra garrafa de bourbon, parei na ombreira da porta. O som que vinha lá de dentro fez-me hesitar, paralisando-me por uma sensação que eu já não experimentava há anos dentro do Solar dos Villar: o som de uma gargalhada genuína e descontraída.A Lya estava a rir de algo que o Vasco lhe dizia. A luz quente e trémula das velas refletia-se no vestido verde-esmeralda que ela escolhera para aquela noite. A seda moldava-






