A venda foi apertada de novo antes de o carro parar por completo.
O tecido pressionou-me os olhos com força suficiente para me fazer lacrimejar, não por dor, mas pela súbita perda de qualquer referência. O mundo reduziu-se a sons, cheiros e ao contacto bruto das mãos que me agarraram. O veículo ainda tremia quando a porta abriu e alguém me puxou para fora sem aviso, fazendo-me tropeçar antes de recuperar o equilíbrio.
O chão era irregular. Cascalho. Depois um degrau mal calculado. Quase caí.