O portão da ONG se abriu como quem abre os braços para receber um reencontro muito esperado.
E Anyellen atravessou aquele corredor cercado de paredes rabiscadas por sonhos como quem pisa de novo em sua própria alma.
Vestia simplicidade e firmeza. Coração aos pulos, mas os passos decididos.
As crianças foram as primeiras a ver.
Um grito:
— Tia Any!
E o que se seguiu foi uma corrente de braços pequenos, pés descalços e lágrimas sinceras.
Elas a abraçaram como se estivessem segurando a esperança p