O salão parecia congelado por um segundo.
A música sumiu. As luzes parecem mais fracas. E os olhares se voltaram todos para o centro da pista, onde Lorenzo segurava Isadora com a posse de um homem que acabou de reivindicar o que julgava seu, mesmo que ela não tivesse dado permissão.
— O que pensa que está fazendo? — ela sussurrou, os olhos faiscando de raiva.
— Trazendo você de volta ao seu lugar. — ele respondeu, sem um traço de arrependimento na voz.
— Eu não sou uma propriedade, Lorenzo.
Ele