57. Tios de Noah
CAMILA
Como suspeitei, não foi por coincidência que fomos parar naquele distrito. O muro alto de pedras escuras e o portão de ferro com um M fundido no metal me alertaram que chegamos à mansão de Don Lorenzo Maranzano.
A limusine adentrou no espaço sem buzinar. Pelo visto, éramos esperados. Me remexi um pouco e Noah acordou.
— Mãe! — sorriu, como se tivesse esquecido que tínhamos nos reencontrado.
— Oi, meu amor — abracei-o mais.
— Vem, campeão, vamos dar descanso ao colo de sua mãe. — Depois d