56. Por Minha Culpa

ISADORA

“Que horas devem ser? A galinha cacarejante ainda não me acordou”, cismei, naquele estado entre o sono e o despertar. Me sentia a Bela Adormecida. Ao abrir os olhos, balbuciei:

— Onde estou? — Precisei de um minuto para que minhas lembranças se organizassem: Amélia, clínica, Gangue dos Sete, sequestro de Lorenzo. — Caralho!

Quando tentei me erguer, minha perna pesou mais do que o costume, me obrigando a olhar na sua direção. Vi a bota ortopédica, e a dor de ter torcido o tornozelo me fe
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