94. Na Minha Cama
ISADORA
Nunca pensei que um homem me desejasse tanto a ponto de não ter paciência para tirar minha camisola. Lorenzo rasgou a costura e tomou meus seios para si. Tanto ele quanto eu esperávamos por isso, desde o jantar quando, em seu carro, ele passou a língua pelo meu decote. Naquele instante, ele explorava todo o volume, porém se dedicou mais aos meus mamilos, enquanto eu passava a mão por seus cabelos. Ele me devorava.
Seus dedos, no entanto, não permaneceram parados. Foram logo buscar meu s