51. Ela se foi
LORENZO
A música eletrônica se tornou baques de dor na minha cabeça. Minha bochecha mal ardeu, mas a vergonha de apanhar de uma mulher me corroía. O músculo do meu braço me incomodava um pouco — a garrafa de uísque atirada em mim era de um vidro robusto, e apenas se partiu, em cacos grandes, quando encontrou o chão. Um Macallan 18 anos, no qual eu planejava me embebedar depois de assustar Isadora.
Lancei o copo de uísque contra a parede, frustrado. Este, sim, se desfez num pó de vidro.
Ela não