Helena despertou na manhã seguinte ao som suave do cinzel de Dante contra a pedra-sabão. A luz da manhã entrava pelas janelas da oficina, e ela estava enrolada em um cobertor no catre, exatamente onde haviam adormecido após a exaustão emocional da noite anterior. No centro do peito dela, pousado sobre o tecido, estava o pequeno pássaro de pedra, o anel de noivado mais improvável e perfeito do mundo.
Ela se sentou, observando-o. Ele estava sentado no chão, de costas para ela, completamente absor