O despertador não precisou tocar. Helena já estava de pé há mais de uma hora, movendo-se em sua oficina com a precisão silenciosa de um soldado preparando seu armamento antes da batalha. O desespero e as lágrimas do fim de semana haviam sido guardados, trancados em um cofre de gelo em seu peito. A dor ainda estava lá, uma brasa constante, mas agora estava revestida de um propósito frio. Ele queria jogar? Ela aprenderia as regras.
Ela prendeu os cabelos em um coque apertado e funcional. Vestiu u