Nos últimos dias, percebi que precisava respirar. Não era como se algo tivesse acontecido de forma dramática ou cinematográfica… mas havia um peso crescendo no peito. Talvez fosse o medo de esquecer que aquilo era um contrato. Talvez fosse o fato de que, quanto mais tempo passava, mais eu esquecia.
Comecei com pequenas coisas. Demorava mais para responder as mensagens dele. Quando Pedro sugeria um jantar depois do trabalho, eu inventava desculpas, compromissos que não existiam, prazos que poder