Alessandro respirou fundo depois do beijo roubado, tentando se controlar. Pegou sua xícara de café, tomou os últimos goles e se sentou de novo para terminar o pão que Cristina havia preparado. Ela, com um sorriso maroto ainda preso no rosto, fingia estar calma, mas por dentro sentia a mesma chama que ele havia acendido.
— Vamos logo, senão a gente não sai nunca daqui — disse ela, ajeitando a bolsa no ombro.
Alessandro riu baixo, balançando a cabeça, e se levantou para pegar suas coisas. Pouco