O quarto ainda estava mergulhado na penumbra suave da manhã, a cortina deixava escapar apenas um feixe tímido de luz. Alessandro abriu a porta devagar, observando Cristina adormecida. O peito dela subia e descia em um ritmo tranquilo, e por um instante ele ficou parado, apenas admirando-a.
Com passos silenciosos, se aproximou da cama e sentou-se à beira, passando a mão carinhosamente pelos cabelos dela.
— Amor… já está na hora de levantar — murmurou baixinho, inclinando-se para beijar-lhe a tes