O ar estava impregnado com o perfume doce das peônias e a promessa de um novo começo. Sob o céu de um azul imaculado, que parecia ter sido pintado em homenagem àquele dia, Alessandro estava no altar. O sol da tarde beijava a pele dele, mas o calor que sentia vinha de dentro, onde o coração batia um ritmo frenético de tambor. Ele vestia um terno impecável, e seus olhos, normalmente focados e estratégicos no centro de comando, agora estavam marejados de uma emoção simples e pura.
Ao seu lado,