O sol já iluminava a mansão quando saí da cama, ainda com Cristina sonolenta nos meus braços. Ela insistiu em ficar mais alguns minutos deitada, e eu respeitei, mas não deixei de sorrir com seu jeito preguiçoso.
Resolvi acompanhá-la até a cozinha, e quando chegamos, encontramos Augusto e Sofia já prontos, tomando o café da manhã. Os dois sempre me recebiam de uma forma que me fazia sentir parte da família.
— Bom dia, Alessandro! — disse Sofia, com aquele sorriso acolhedor que lembrava tanto o d