O sol da manhã entrava suavemente pelas frestas da cortina. Cloe acordou com um sorriso discreto nos lábios. Ainda lembrava da noite anterior como se fosse um trecho de um livro que ela mesma escreveria: o convite, o jantar, o beijo.
Ela se levantou devagar, preparou seu café favorito e ligou o notebook. Escreveu por uma hora, inspirada. Suas palavras pareciam dançar na tela, como se finalmente o coração estivesse em sintonia com o mundo ao seu redor.
Mais tarde, recebeu uma mensagem de Jhonas: