“Não foi assim que Elizabeth morreu. Então, ou você está mentindo, ou tem mais alguém por trás.”
De repente, o meu cérebro parou de processar a dor, o luto, a culpa. Um novo tipo de frio, intelectual e aterrorizante, começou a se espalhar por minhas veias. Aquela frase não era sobre o galpão. Era sobre outra coisa. Algo mais profundo e podre.
Dante se aproximou, sua presença agora não me esmagava, mas me envolvia em uma atmosfera carregada de uma verdade terrível.
— A causa da morte de Elizabet